segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Foi-se o tempo de amoras!




A palavra amora vem do latim "morus" e significa demora, mas a temporada das amoras pretas foi rápida e fizemos festa: cucas, geleias e um xarope maravilhoso! Para a geleia, Neide Rigo recomenda tirar os cabinhos, ai que preguiça! Foi com cabinhos mesmo.
Fizemos um xarope que pôde ser degustado com uma boa cachaça mineira (presente de uma amiga).





E dá-lhe açúcar: cucas banhadas de amoras.

Para completar, pães de fermentação natural, um básico com passas e gergelim, ciabatte e um pão doce recheado com chocolate e nozes, delicioso com a geleia de amora.





E agora vamos amorar. Este verbo em português de Portugal significa mudar de morada e nossa nova morada vai ser o pé de pitanga.



geleia de amora

  • 3 xícaras de amora recém colhidas
  • 1/2 ou 1 xícara de açúcar orgânico
  • suco de meio limão

Bota no fogo, não tampe a panela e deixe ferver uns 15 a 20 minutos. 
Tá pronta. Espere esfriar e coloque em vidrinhos.

sábado, 22 de novembro de 2014

primavera: frio e um pão quentinho com manteiga



Hoje um friozinho lá fora, o dia cinza. Assim continua a primavera em Curitiba. 
Que tal um pão de nozes com manteiga? 
E depois que o relógio deu muitas voltas, voilá!



É só esperar esfriar e se deliciar.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

para começar...



Nossos pães são todos de fermentação lenta feitos a partir de um levain que alimentamos há mais de um ano com farinhas orgânicas. 
Os pães de fermentação natural exigem muitas horas de elaboração para que o sabor se desenvolva e se tornem inesquecíveis.
São mais saudáveis e têm durabilidade maior.




Aqui dividiremos fotografias, receitas, memórias...
Bem vindo ao Panerama!